Lançamento do livro Quando a Alma Floresce transforma o Jardim Botânico de Brasília em cenário de poesia, emoção e celebração cultural

O Jardim Botânico de Brasília foi palco, no último fim de semana, de um encontro marcado pela sensibilidade, pela palavra e pela força da cultura. A escritora e poeta Andréia lançou seu novo livro, Quando a Alma Floresce, em um evento que reuniu poesia, homenagens e momentos de profunda emoção, celebrando a literatura como espaço de humanização, identidade e liberdade.

Em meio à natureza, o lançamento aconteceu de forma intimista e ao mesmo tempo potente, criando uma atmosfera em que o público foi convidado a olhar para dentro de si. A obra propõe exatamente esse mergulho interior: a poesia como caminho para compreender a própria existência, denunciar silêncios, libertar sentimentos, reconhecer dores, celebrar a alegria e alcançar qualquer tema que habita o humano.
O evento contou com momentos poéticos marcantes, leituras sensíveis, homenagens emocionantes e expressões culturais que reforçaram a ideia central do livro: a poesia nos humaniza. Em cada verso compartilhado, ficou evidente que a palavra poética é capaz de conectar pessoas, histórias e vivências, tornando-se ponte entre o individual e o coletivo.

O lançamento reuniu autoridades, representantes institucionais, familiares, amigos e leitores. Estiveram presentes representantes do Ministério da Cultura, em nome da ministra Margareth Menezes, com a participação do assessor Marcelo Pocai; o deputado Gabriel Magno; o representante da Embaixada de Angola, Daio; além de artistas, escritores, educadores e integrantes da cena cultural do Distrito Federal.

O evento também foi marcado pela presença especial do ilustrador da obra, Isaac Cantuária, de apenas nove anos, cuja sensibilidade e talento dialogam com a delicadeza e a profundidade da poesia apresentada no livro. Um dos momentos mais emocionantes do lançamento foi a presença do avô da poetisa, Arnaldo Júlio Barbosa, poeta e escritor de 107 anos, finalista do Prêmio Jabuti, autor do livro A Jovem Margarida e de As Poesias do Amor. Sua trajetória literária e sua presença no evento simbolizaram a continuidade da palavra poética através das gerações, reforçando a força da memória, do afeto e da literatura como herança viva. Mais do que um lançamento, o encontro foi uma celebração da arte, da palavra e da vida. Quando a Alma Floresce nasce como um livro que convida à escuta interna, ao reconhecimento das próprias raízes e à coragem de florescer, mesmo em tempos desafiadores. O sucesso do evento reafirma o papel da poesia como força viva, capaz de tocar, libertar, denunciar, identificar e, sobretudo, transformar. O lançamento no Jardim Botânico de Brasília se consolida como um momento memorável na

trajetória da autora e como um marco de encontro entre literatura, natureza, cultura e afeto.
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